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mariabiancamartins

E Por Que Não?

E Por Que Não?


Parker cresceu influenciado pelo tipo de sonoridade que seus pais consumiam - e foi visualizando o pai tocar numa banda cover dos Beatles e dos Beach Boys que ele se interessou por aprender a tocar guitarra, ainda na infância.


Prontamente um pouco mais velho, tomou gosto por bandas psicodélicas como Creme e Jefferson Airplane, além do grupo brasileiro Os Mutantes (leia abaixo), e passou a criar as próprias canções. “Quando ainda estava gravando o álbum anterior, comecei a imaginar em outro mais expansivo, com sintetizadores e um som mais amplo”, diz.


Foi então que surgiu o fantástico Lonerism, que tem lançamento oficial calculado para outubro e que, a julgar pelas duas músicas prontamente lançadas até imediatamente, Apocalypse Dreams e Elephant, tem que superar Innerspeaker em todos os sentidos. Nos shows que fará no Brasil, a banda deve mesclar canções antigas às recentes.


Bem que o Tame Impala seja projeto de um homem só, Parker sobe ao palco com outros quatros músicos: os guitarristas Jay Watson e Dominic Simper, o baixista Nick Allbrook e o baterista Julien Barbagallo. “Escrevo e componho todas as músicas sozinho, quase como em um projeto de eletrônica.


Porém, no momento em que tocamos ao vivo e adaptamos as músicas para o palco, elas ficam diferentes”, conta. Entre Um Violão E A Jovem Guarda com Kevin Parker, do Tame Impala. Está animado pra vir ao Brasil? Nunca fomos à América do Sul. Eu de imediato ouvi várias coisas boas a respeito do Rio de Janeiro, dizem que o clima lá é muito bom, entre algumas coisas (risos).


     
  • Quatro ª corda, open (D)
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  • Eles trabalham com o senhor
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  • Sem dinheiro, moradores enfrentam poluição e cheiro fraco de praias em Gaza
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  • Sanfona, zabumba, triangulo, pífano e pandeiro
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  • Tocar as peças separadamente.Toque os tambores individualmente

Como é o novo disco? Vai ser mais maluco, com mais sons e texturas. Ele diz mais do que o último álbum. O último era mais minimalista e esse é mais denso. Tem mais emoções também, mais melancolia. O rock feito pelo Tame Impala não se parece em nada com o das bandas mais conhecidos deste país. De onde você tira inspiração? Acho que na atualidade, sobretudo com a internet, estas barreiras geográficas estão cada vez pequenos. Ouço poucas bandas que vêm da Austrália, e acho que cada vez mais a música tende a ser global, não ambiente. Dizem que você gosta muito dos Mutantes.



Ouço muito as músicas deles, são excessivo. Um camarada meu tem um vinil, não entendo bem qual é o disco, todavia era do pai dele e nós ouvíamos muito há em torno de um ano. Não me lembro dos nomes das músicas, em razão de nunca leio os encartes dos discos. Toque Violão Simples Com O Jeito GuitarNow entanto adoro o groove das faixas.


O Tame Impala é um projeto teu, no entanto também uma banda. A maioria das vezes sou só eu no estúdio, quase como se fosse um projeto eletrônico. Faço músicas que amaria de ouvir, as entendo pela minha cabeça. No entanto, no momento em que tocamos ao vivo, as canções entram em outro ambiente. Essa alteração do estúdio pro palco torna as músicas diferentes, é uma experiência exótica.


Descobre que o rock tem menos fãs atualmente? ótimo, na atualidade há mais gente apostando pela música eletrônica, tendo como exemplo. Contudo, na realidade, os limites da música estão mais diluídos. É custoso dizer o que é rock, o que é pós-rock, é difícil expressar o que é e o que não é rock. Todavia ainda há muitas bandas boas em validade, eu gosto os Flaming Lips, por exemplo. Entretanto não ouço muita música. Borboletas - Victor E Leo , prefiro refletir nas minhas próprias.


Tags: revisão

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