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Prêmio Melhores Universidades 2018: USP é A Melhor Pública


No mínimo 162 movimentos sociais disputam espaço pela extensa fila por casa pela cidade de São Paulo. O levantamento feito pelo Estado afirmou as 149 entidades cadastradas no Minha Moradia Minha vida na capital paulista e algumas treze mapeadas na reportagem, todavia que não estão inscritas no programa federal. A despeito de sejam as mais estruturadas, as 3 instituições e tuas respectivas filiadas respondem hoje por somente 28 das 206 ocupações no Município.


As demais foram comandadas por movimentos independentes ou lideranças sem histórico de atuação pela disputa por habitação. É o caso dos coordenadores do Movimento de Briga Social por Moradia (MLSM), responsáveis pela invasão do edifício no Largo do Paiçandu, centro da capital, que desabou na terça-feira, deixando, até de imediato, um falecido, 2 feridos e 5 desaparecidos.


400 de aluguel e expulsarem quem não pagasse. Abusos. Segundo moradores, a administração do recinto era autoritária. Amigos e parentes das lideranças tinham vantagens, como morar nos primeiros andares, onde o acesso era mais fácil e não faltava água. Não havia prestação de contas sobre o dinheiro recolhido. E mesmo com a arrecadação as condições do prédio eram precárias. “A gente sabia que não era inteiramente seguro. Não morreu mais gente pelo motivo de nós a toda a hora dormimos com um olho aberto e o outro fechado”, conta a ajudante de cozinha Susana Santiago Sousa, de 43 anos.


As práticas denunciadas foram centro de opiniões dos movimentos mais tradicionais. Entrevista: Curitibanos Da Aduge Falam A respeito da Fabricação Do Indie Qasir Al-Wasat líderes de FLM, UMM e MTST, os fundamentos das ocupações necessitam ser sempre acordadas em assembleias com a participação de todos os moradores. A cobrança de aluguel é vetada. Em alguns casos, todavia, é permitida a arrecadação de uma taxa de manutenção para os gastos comuns do imóvel, como portaria e limpeza, contudo essas despesas precisam ser justificadas em prestações de contas periódicas.


“Esse valor não poderá ser uma taxa. Necessita de ser uma contribuição voluntária, não obrigatória. Ninguém podes expulsar um morador por ele não poder pagar”, diz Como Se Preparar Para o Vestibular? , associado da coordenação da FLM, entidade formada em 2004 que hoje conta com treze filiadas, a maioria atuando no centro de São Paulo.


No MTST, organização de 20 anos que privilegia as ocupações de terrenos nas periferias, a regra sobre isso taxas é ainda mais severa. “Podemos ganhar doações da nação e das próprias famílias, A Prosperidade Da Mulher No Mercado De Serviço em produtos, como alimentos, nunca em dinheiro”, diz Josué Rocha, um dos coordenadores. Participação. Outra diferença entre os movimentos mais habituais e os “novatos” é a participação no diálogo com o poder público e a elaboração de propostas de políticas públicas. Superior Portal De Energia Solar No Brasil Cria Selo Para Avaliar Fornecedores Do Setor , como por exemplo, fazem divisão do Conselho Municipal de Habitação e de algumas instâncias governamentais de participação popular. “Quem tem uma aparência que não é transparente, quem cobra aluguel, quem não organiza o público pra pressionar por política pública, a gente não chama movimento.



     
  • 3 Profissão docente e prática educativa
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  • 02043P - Observação Qualitativa de Fato Discursiva
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  • 19- Instituto Tecnológico Autónomo de México (ITAM) Mexico
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  • Parcerias com organizações Nacionais e internacionais
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  • 9° UCB (DF) MBA - Gestão de Sistemas de Detalhes
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  • 13° EAUFBA (BA) Especialização em Administração

Esses grupos (oportunistas) são uma deturpação. Nunca os vi em uma reunião de conselho ou numa passeata de Prefeitura”, diz Evaniza Rodrigues, militante da UMM, entidade formada em 1987 e que hoje conta com mais de trinta filiadas pela capital paulista. Os movimentos mais antigos exigem participação prévia no grupo e até um cursinho de geração política de três meses para aceitar novos moradores. É o caso do Movimento de Casa pela Briga por Justiça (MMLJ), filiado à FLM, que tem 3 ocupações no centro com mais de 800 famílias.


“Para entrar nesse lugar é necessário dominar a nossa história e o critério interno”, explica Júnior Rocha, coordenador da ocupação da Rua Mauá, antigo Hotel Santos Dumont, na região da Luz. No prédio, ocupado pelo grupo há 11 anos, é proibido beber nos corredores e fazer ruído depois de às 22 horas.


Consumo de drogas e brutalidade doméstica são passíveis de expulsão. 180 das 237 famílias pra bancar funcionários de limpeza, portaria e administração - e até câmeras de segurança. A prestação de contas é feita todo mês em assembleia com os moradores, como ocorreu pela última sexta-feira. “Não tem bagunça e é seguro. Toda gente que entra necessita de deixar documento pela portaria.


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